Dr. Cláudio Salvador Lembo ( ex-governador do Estado de S.Paulo)

 

Dr. Geraldo Alckmin ( ex-governador do Estado de São Paulo)

e mail: ge.alckmin@gmail.com

 

Dr. Henrique Chagas ( escritor, advogado)

e-mail: vt@verdestrigos.org

 

Dr. José Renato Nalini (Presidente da Academia Paulista de Letras)

 

Heródoto  Barbeiro (jornalista e escritor)

herodoto.barbeiro@cbn.com.br

 

Joelmir Beting ( jornalista e escritor)

 

José Nello Marques  (jornalista,escritor)

 

José Paulo de Andrade (jornalista e advogado)

e-mail: pulodogato@band.com.br

 

Prof. Arnaldo Niskier ( membro da Academia Brasileira de Letras)

e-mail: aniskier@openlink.com.br

 

Rosani Abou Adal (escritora, poeta, publicitária e jornalista)

 

Salomão Esper (jornalista e advogado)

 
 

volta

 

 

 

 

 

 

Nome: CIáudio Salvador Lembo

 

 

Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, Doutor em Direito, pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, e também Professor Titular de Direito Constitucional e Professor Titular de Direito Processual Civil. Entre 1997 e 2002, foi Reitor da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Na Prefeitura de São Paulo, exerceu os cargos de Secretário dos Negócios Extraordinários (1974-1979), Secretário dos Negócios Jurídicos (1986-1989), Secretário de Planejamento (1993) e também de prefeito em vários períodos, na condição de Secretário dos Negócios Jurídicos (1986-1989).

Na esfera federal, foi Chefe de Gabinete do Ministro da Educação, Ministro de Estado Interino da Educação, Assessor do Vice-Presidente da República Federativa do Brasil e Membro da Delegação do Brasil à Sessão Extraordinária da ONU/2000/Nova York.

Cláudio Lembo é Presidente do PFL, em São Paulo, Candidato ao Senado Federal (1978), Candidato a Vice-Presidente da República (1990) e Candidato a Vice-Governador do Estado de São Paulo (2002), sendo eleito para o período 2003/2006, ao lado do Governador Geraldo Alckmin.Governador do Estado de São Paulo. Em março 2006/2007.

Advogado desde 1959, foi Diretor para Assuntos Legislativos do Banco Itaú, até 1997 e publicou onze livros entre 1970 e 2002.

 

volta

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nome: José Nello Marques

 

 FORMACÃO ACADÊMICA

1974-1978 – Graduado em  Comunicação Social  pela Faculdades  Metropolitanas Unidas - FMU/FIAM

1999–2004 – Bacharel em Ciências Jurídicas pela Universidade Bandeirante de   São Paulo.

MESTRE DE CERIMÔNIA (exemplos de eventos realizados)
 
- Inauguração de agências do Banco Real

 - Inauguração do Shopping Paulista

 - Inauguração do shopping de Mogi das Cruzes

- Congressos da Sociedade Brasileira da Qualidade

- Congresso Internacional de Oftalmologia

- Nove congressos do Sindicato das Escolas Superiores do    Estado de São Paulo

- Congresso de Odontologistas

- Solenidades de posses de prefeitos, vereadores e  diretorias de entidades privadas.

- Posse do Conselho de Reitores em Brasília

HISTÓRICO PROFISSIONAL

1970–1973 – Rádio Centro Oeste, de Garça, SP, onde desenvolveu todos os tipos de trabalhos como repórter, redator, locutor, comentarista. Paralelamente foi editor do jornal Correio de Garça.

1973-1973 – Rádio Vera Cruz (Verinha) da cidade de Marília, onde exerce todas as funções citadas no item anterior.

1973-1983 – Rádio Jovem Pan de São Paulo, onde começa exercendo o trabalho de locutor comercial, passa à reportagem geral, política, policial e posteriormente a apresentador de programas como Show da Manhã, São Paulo Agora, Hora da Verdade.

1975-1976 – Repórter e Apresentador da TV Record.

1976-1978 – Repórter e Redator da editoria de Esportes dos jornais Diário de São Paulo e Diário da Noite, do grupo Associados.

1983-1984 – Rádio Bandeirantes de São Paulo, como repórter especial e apresentador do programa Acontece.

1983-1985 – Repórter especial da TV Manchete de São Paulo.

1985-1986 – Apresentador do programa São Paulo contra o Crime, pela Rádio Globo AM.

1987-1987 – Rádio Capital de São Paulo, como apresentador do programa      Manhã Capital.

1989-1989 – Apresentador do Jornal do Meio Dia na TV Record  e do Programa Ferreira Netto, na  mesma emissora.

1990-1992 – Apresentador TV Record.

1992-1999 – Apresentador do programa Opinião Livre, na TV CBI.

1994-1999 – Comentarista do Jornal da Bandeirantes Gente, diariamente pela Rádio Bandeirantes – AM.

1996-1998 – Apresentador do Jornal Acontece, na TV Bandeirantes.

1973 - 1999 – Correspondente da Rádio Voz da América, do Departamento de Estado norte-americano.

1999 – 2007 Direção e apresentação dos programas da Rádio e TV Uniban, inseridos no Canal Universitário.

2006 – 2007 - Apresentador do Jornal São Paulo Acontece, na TV Bandeirantes.

 
ASSESSORIA DE IMPRENSA
 
Trabalhos de Assessoria de Imprensa em órgãos oficiais como FEPASA, Secretaria Estadual dos Transportes, Sabesp e Congás.

Trabalhos de Assessoria de Imprensa para instituições e eventos privados como Salão do Automóvel, Feira de Informática, Guazzelli Associados, Norberto Odebrecht e Instituto dos Arquitetos.

Mestre de Cerimônia em centenas de eventos como Prêmio Nacional de Qualidade, Volkswagen, Ford, Fiat, Sindicatos diversos, congressos científicos, etc..

TRABALHOS LITERÁRIOS

Autor do livro “PERGUNTAR OFENDE”, hoje na quarta edição, dirigido a estudantes de comunicação e público em geral abordando as diferentes formas de comunicação oral e visual na mídia eletrônica, com enfoque em perguntas óbvias dos repórteres, comentaristas e entrevistadores no rádio e na televisão do Brasil.

ATIVIDADES ACADÊMICAS

- Professor titular da cadeira de Rádiojornalismo da FNU/FIAM, desenvolvendo atividades com mais de 400 alunos simultaneamente, como produção, reportagem, locução e redação, tanto na academia como em trabalhos externos. Criou e montou o laboratório de rádio e televisão da instituição.

- Professor de Rádio e TV da Faculdade de Comunicação da Fundação Casper Líbero.

- Diretor da TV Uniban, com programação no canal Universitário de São Paulo, desenvolvendo com alunos e profissionais mais de 1.500 programas de 30 e 60 minutos, mostrando a atividade acadêmica e a discussão dos principais fatos da sociedade na ótica da universidade.

- Integrante do Conselho Gestor o CNU – Canal Universitário de São Paulo.

 

volta

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nome: José Paulo de Andrade

José Paulo de Andrade, jornalista e bacharel em Direito, paulistano, nascido em 1942, participa dos programas "O Pulo do Gato",às seis da manhã,do qual é recordista de apresentação no rádio brasileiro, desde 1973, e comentarista, junto a Joelmir Beting e Salomão Ésper do "Jornal da Bandeirantes Gente", às 8 horas, na Rádio Bandeirantes de São Paulo, onde ingressou em 1963. Também foi apresentador telejornais na tv Bandeirantes da década de 70 até os anos 90.

 volta

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nome: José Renato Nalini

 

 

Nasceu em 24.12.1945 em Jundiaí-SP, estudou Ciências Jurídicas e Sociais na Faculdade de Direito da PUC-Campinas, turma de 1970.
Ingressou por concurso público no Ministério Público de São Paulo em 13.1.1973 e foi Promotor de Justiça em Votuporanga, Itu, São Paulo e Ubatuba. Integrou a primeira equipe de Promotores para repressão da violência no Estado.
Submeteu-se a outro concurso e ingressou na Magistratura do Estado de São Paulo em 1976. Foi juiz em Barretos, Monte Azul Paulista, Itu, Jundiaí e São Paulo. Exerceu as funções de Juiz Assessor da Presidência do Tribunal de Justiça por duas gestões e a de Juiz Corregedor da Corregedoria Geral da Justiça do Estado.
Em 1990 passou a exercer funções na segunda instância, no Tribunal de Justiça e em 1993 foi promovido por merecimento a Juiz do Tribunal de Alçada Criminal do Estado de São Paulo. Foi Vice-Presidente do Tribunal de Alçada e é atualmente seu Presidente, eleito em 9.12.2002, para a gestão 2003 / 2004.
Participou do processo de criação da Escola Paulista da Magistratura e integrou seu Conselho Consultivo e de Programas por duas gestões, além de coordenar o Núcleo de Deontologia da Magistratura.
Leciona em várias Faculdades de Direito desde 1971. Tem o grau de Mestre e o de Doutor, ambos em Direito Constitucional, pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, onde integra Bancas de argüição de candidatos a Mestrado e Doutorado.
Dedica-se ao estudo e ao ensino da Ética Geral e Profissional e foi Consultor do Banco Mundial para assuntos de Reforma do Judiciário e Seleção de Juízes. Em 2002 foi nomeado Conselheiro do ILANUD pelo Ministério da Justiça.
Escreveu os livros históricos "Tribunal de Justiça", em 1990 e "Tribunal de Alçada Criminal" em 1997, além de "Recrutamento e Preparo de Magistrados", RT-1992, "O Juiz e o Acesso à Justiça", RT-2ª ed., 1999, "Constituição e Estado Democrático", FTD-1998, "Ética e Justiça", Oliveira Mendes-1998, "Ética Geral e Profissional", RT-3ª ed., 2001, "Ética Ambiental", Millenium- 2ª ed., 2003. Em parceria, escreveu os livros "Responsabilidade Civil e Disciplinar dos Notários" e "Manual de Processo Penal" e coordenou inúmeras obras coletivas, como "Curso de Deontologia da Magistratura", "Uma nova ética para o juiz" e "Formação Jurídica".
Possui registro de jornalista profissional, colabora com jornais e periódicos brasileiros e figura em inúmeras publicações jurídicas e culturais.
Foi Diretor-Adjunto da Escola Nacional da Magistratura até o ano 2.000 e é membro do Instituto Pimenta Bueno, que congrega os especialistas em Direito Constitucional da USP. Acadêmico e presidente da Academia Paulista de Letras.

 

 volta

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nome: Henrique Chagas

 

 

Nasceu no município de Cruzália/SP, Brasil, em 1960, e tem ascendência indígena e portuguesa. Tem uma formação humanista sólida e fundada em princípios cristãos. Fez o curso ginasial e colegial no Colégio Cristo Rei, de Marília/SP, uma escola mantida pelos Irmãos do Sagrado Coração, congregação religiosa da qual também fez parte por alguns anos.

Com a orientação dos Irmãos do Sagrado Coração fez seus estudos filosóficos e teológicos na cidade de Campanha/MG e Belo Horizonte/MG e em São Paulo/SP estudou Teologia na Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção (FAI - Faculdades Associadas do Ipiranga), da Arquidiocese de São Paulo. Estudou também Psicologia, na Faculdade de Psicologia de Marília/SP, da UNIMAR - Universidade de Marília/SP.

Foi professor e coordenador de cursos no Colégio Cristo Rei, de Marília/SP. Foi Diretor Escolar nas unidades de Tupã/SP, Lucélia/SP e Rancharia da Associação de Ensino de Marília, mantenedora da UNIMAR - Universidade de Marília/SP.

Fez o Curso de Bacharelado em Direito, na Faculdade de Direito de Presidente Prudente/SP, da ITE – Instituição Toledo de Ensino de Presidente Prudente/SP, por onde também é pós-graduado em Direito Civil e Direito Processual Civil. Durante referido curso desenvolveu um profundo estudo, também fruto de sua atividade profissional, sobre o Direito Bancário, dissertando sobre "A Dinâmica do Negócio Jurídico Bancário – uma questão de princípios", tendo como orientadora a Dra. Jussara Suzi Assis Borges Nasser Ferreira, Doutora pela PUC/SP.

Atualmente participa do programa de Mestrado em Direito da UNOESTE - Universidade do Oeste Paulista, tendo como área de concentração: Sociedade, conflito e processo. O projeto de pesquisa elaborado para a realização do programa de Mestrado tem como título: "O direito e seus operadores - Instrumento e sujeitos de efetivação da justiça e de transformação social".

Henrique Chagas é professor universitário contratado pela UNOESTE - Universidade do Oeste Paulista – Departamento de Direito Privado para lecionar Direito Civil e Direito Internacional Público e Privado na Faculdade de Ciências Jurídicas.

Além de tudo isso é diretor presidente do Centro Cultural Virtual VERDES TRIGOS

 

volta

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nome: Heródoto Barbeiro

Heródoto Barbeiro é um jornalista brasileiro.

Formado em História, Direito e Jornalismo, é gerente de jornalismo da rádio CBN.

Recebeu da comunidade budista Soto Zen Shu o título de monge budista leigo, que lhe confiou o nome de um de seus patriarcas, Gento Ryotetsu.

Publicou em 2005 o livro Buda, o mito e a realidade. Heródoto trabalha na TV Cultura e é apresentador do Jornal da Cultura , exibido ás 22hs.

Também foi professor de história do Colégio Objetivo.

volta

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Nome: Joelmir José Beting

 

  

 

Joelmir José Beting é meu nome completo. O nome da família é Betting com dois T. Parece nome inglês, mas é nome alemão da Westphalia, fronteira com a Holanda. A família veio de Metelen, perto de Munster, nos idos de 1864, a bordo do paquete holandês Challenger.
E bota desafio nisso. Juntamente, no mesmo barco, com outras 42 famílias de Metelen e arredores, os colonos alemães foram contratados, previamente, pela Fazenda Ibicaba, na boca do sertão de Limeira, então braço avançado de Campinas, SP.

Hoje tombada pelo Patrimônio Histórico, a Ibicaba funcionou como central de suprimentos de alimentos e uniformes para a soldadesca enfiada no "front" da Guerra do Paraguai. Minha família era de tecelões, para os uniformes. O forte de Ibicaba era a introdução do café em bases modernas, com mão-de-obra importada da Alemanha e da Suiça. Fazenda de propriedade do Senador Vergueiro e do Brigadeiro Luiz Antonio. O internauta paulistano dirá: mas isso não é uma fazenda; é uma esquina. Não por caso, esquina famosa do centro velho de São Paulo . Deixo para depois a história de Ibicaba e o fio da meada puxado de Limeira até Tambaú, via Pirassununga.

Nasci em Tambaú, em 21 de dezembro de 1936. Ali trabalhei e estudei até 1955. Fui bóia-fria aos sete anos de idade. Desembarquei em São Paulo com a roupa do corpo, literalmente empurrado pelo Padre Donizetti Tavares de Lima (1890-1961), meu gurú espiritual (e profissional). Ele me orientou para estudar Sociologia na USP e "fazer carreira no jornalismo", Eu queria seguir carreira no magistério, tal como fizeram dois brilhantes colegas de turma: Francisco Weffort e Ruth Cardoso.

Acabei resvalando para o jornalismo, entrando pela porta da imprensa esportiva já em 1957, ainda cursando a USP. Fiz futebol nos jornais O Esporte e Diário Popular e na rádio Panamericana(que virou Jovem Pan). Em 1962, sociólogo formado, troquei o jornalismo esportivo pelo jornalismo econômico. Inicialmente, como redator de estudos de viabilidade econômica para projetos desenvolvidos por uma consultoria de São Paulo.

Em 1966, pelas mãos de Gilberto Adrien, diretor comercial da Folha de S.Paulo, fui resgatado pelo jornalismo diário para lançar uma editoria de Automóveis no caderno de Classificados. Referência: uma tese acadêmica na USP, nota 10, de minha autoria, datada de 1962, monitorada pelos professores Azis Simão e Fernando Henrique Cardoso, versando sobre "Adaptação da Mão-de-Obra Nordestina na Indústria Automobilística de São Paulo".

A cobertura do mercado de automóveis ganhou luz própria e acabei premiado, em 1968, com a nomeação para o cargo de Editor de Economia da Folha de S.Paulo. Onde encontrei tempo e espaço para lançar minha coluna diária em 7 de janeiro de 1970. A mesma coluna foi, por anos, publicada simultaneamente por quase meia centena de jornais brasileiros, com timbre da Agência Estado. Troquei a Folha de S.Paulo pelo O Estado de S.Paulo em agosto de 1991, juntamente com Paulo Francis.

A coluna diária foi meu pau-da-barraca profissional. Com ela, desbravei o economês, vulgarizei a informação econômica, fui chamado nos meios acadêmicos enciumados de "Chacrinha da Economia", virei patrono e paraninfo de 157 turmas de formandos em Economia, Administração, Engenharia, Agronomia, Direito - bem mais que Dom Helder, Dom Evaristo, Tristão de Athayde, Chateaubriand, Juscelino...

A coluna diária - ininterrupta, até 30 de janeiro de 2004, - igualmente foi meu trampolim para inaugurar, ainda em 1970, a informação econômica diária em rádio (Jovem Pan, Gazeta, Bandeirantes e CBN) e em televisão (Gazeta, Record, Bandeirantes e Globo, nesta a partir de agosto de 1985, até julho de 2003, passando pelo "Espaço Aberto" na GloboNews, e de volta à Bandeirantes, em março de 2004.

Multimídia há três décadas, ataquei também de livros com "Na Prática a Teoria é Outra"(1973) e "Os Juros Subversivos"(1985) e dezenas de ensaios para revistas semanais, como um muito especial, tratando dos efeitos da inflação, "Párias do Quatrilhão", para a "Veja" do Natal de 1996.

Outra atividade profissional de grande peso em minha carreira é a de conferencista no Brasil e no Exterior. Realizo, em média, oito palestras por mês em empresas, convenções, simpósios, congressos e seminários. Onde eu me reencontro com a profissão que pretendia seguir nos tempos da USP: o magistério.

Sim, trabalho e estudo 15 horas por dia, desde minha infância em Tambaú. Minha mulher, Lucila, segura a prensa desde nosso casamento indissolúvel, em 14 de abril de 1963. E meus dois filhos, Gianfranco, publicitário e webmaster, e Mauro, comentarista esportivo de jornal e televisão, também trabalham, pesquisam e estudam hoje 15 horas por dia.
Aqui neste Perfil, farei desfilar um vasto material em texto, som e imagem do que andei fazendo nestes mais de 40 anos de jornalismo. Com pelo menos uma dezena de histórias pessoais que mostram que o jornalismo econômico, entre outras coisas, é também uma profissão fisicamente perigosa. Um dia eu conto.

volta

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nome: Rosani Abou Adal.

 

 

Escritora, poeta, publicitária e jornalista, nasceu em 17 de janeiro de 1960 na Capital paulista. Editora do jornal com Adriano Nogueira até a data do seu falecimento, em junho de 2004. Desde julho de 2004 edita sozinha.
Membro da Academia de Letras de Campos do Jordão e da União Brasileira de Escritores - UBE. Exerceu o cargo de diretora da União Brasileira de Escritores, Associação Brasileira de Imprensa - seccional de São Paulo, Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo, Academia Piracicabana de Letras e Centro de Estudos Americanos Fernando Pessoa. Foi conselheira da Associação Brasileira de Imprensa.
Autora dos livros de poemas: Mensagens do Momento, 1986, De Corpo e Verde, 1992, e Catedral do Silêncio, 1996, Prêmio Ribeiro Couto, da União Brasileira de Escritores do Rio de Janeiro. Tem trabalhos publicados na França, Portugal e EUA.
Foi laureada com o prêmio Mulheres no Mercado - categoria Literatura - promovido pela Secretaria Municipal de Cultura, Prefeitura do Município de São Paulo e Casa de Cultura de Santo Amaro, 2004.
Agraciada com diploma de honra ao mérito da Ordem dos Velhos Jornalistas, em 2005, pelos serviços que vem prestando à cultura como editora do jornal Linguagem Viva. Recebeu diploma de menção honrosa do Movimento Poético em São Paulo, em 2005.

volta

 

 


 

 

 

 

 

 

 

Nome: Salomão Esper

Salomão Ésper (Santa Rita do Passa Quatro, 26 de outubro de 1929 é um jornalista e radialista brasileiro.

O apresentandor do Jornal Gente Salomão Esper esteve no Bate-Papo RB. Leia as respostas:

Adriano diz: Olá, Salomão, como você define o veículo Rádio? Você acha que atualmente o rádio vem ganhando novos ouvintes? Você costuma ouvir rádio em suas horas de folga, quais emissoras?
Adriano, o rádio é um veículo que não precisa, necessariamente, ficar estacionado. Como bom veículo, ele pode ser conduzido por você. Portanto, é um verdadeiro companheiro que você querendo, caminha na sua companhia. Respondendo à sua segunda pergunta, o fraccionamento da audiência com a criação de tantas emissoras, não permite a manutenção de monopólio de ouvintes. O rádio, como instituição, é um veículo fortíssimo. Uma rádio pode ser fraca, mesmo sendo campeã de audiência, justamente pelo grande número de opções. Assim, para fazer uma mídia de rádio, verdadeiramente eficiente, seria necessário incluir um grande número de emissoras.

José Maria Scachetti diz: Salomão, pelo que sei você não faz caminhadas ou qualquer tipo de exercício físico. Qual o segredo para manter essa vitalidade e essa forma jovial aos 70 e poucos anos? Aliadas à voz marcante e inconfundível quase nunca afetada? Um abração.
Meu caro colega José Maria, casa de ferreiro, espeto de pau. Morando pertinho do Parque da Aclimação, é um misto de desleixo e de preguiça (para não alegar falta de tempo) não fazer uma caminhada diária nesse aprazível logradouro, como você e sua esposa fazem habitualmente. Fico mais vaidoso do que convencido pelo fato de você me achar com vitalidade e jovialidade aos 70 e muitos anos. Saiba que sempre admirei sua atuação, de largo espectro, na radiofonia de São Paulo. Obrigado.

Sérgio Leodoro diz: Sou seu admirador há muito tempo e sempre gostei de ouví-lo, com suas opiniões que não querem agradar nem polemizar, sendo simplesmente o seu ponto de vista balizado. Apesar deste equilíbrio todo, gostaria de saber qual foi a sua situação de maior graça atuando como jornalista. Aquela que, quando vem à memória, fica impossível segurar um riso. Forte abraço.
As coisas mais engraçadas diante do microfone, meu caro Sérgio Leodoro, geralmente ocorrem quando ele está desligado. Você já imaginou, só para falar dos dias atuais, o que a gente conversa no Jornal Gente com o José Paulo e o Joelmir? Como seria interessante, embora imprudente, e socialmente incorreto, que esses diálogos vazassem para o seu rádio. Para não decepcioná-lo, aqui vai uma historinha verdadeira: Lucila Freire, de saudosa memória, querida companheira rádio-atriz voltava à atividade, seis meses depois de um afastamento para cirurgia de dolorosas e incômodas joanetes. Descia, eu, as escadarias do pátio da Bandeirantes, quando ela retornava ao trabalho, com passos ainda trôpegos. Abri os braços para recebê-la exclamando, para que todos ouvissem Salve a nossa querida Joanete Clair.

André diz: Algum dia você acreditou no surgimento do FM? Ele descambou com o jabá?
Caro André, não que eu desacreditasse, mas trabalhando numa poderosa emissora de ondas médias, com três ondas curtas, como a Bandeirantes, não dei a devida importância à concorrência de limitado alcance. Hoje, com a formação de grandes redes, além da qualidade de som das FMs, você tem a resposta. Quanto ao Jabá, isto é, dinheiro ou vantagens para ser programado, não sei se o método perdura nos dias de hoje. Há vendas de espaço que se enquadram na atividade profissional e comercial, que preservam um mínimo ético. Teria respondido?

Anderson diz: Como foi a escolha de Joelmir para substituir Maria Lydia?
Anderson, o filho pródigo já tinha voltado à casa paterna na Rede Bandeirantes de Televisão, daí foi uma solução natural, com a saída da Maria Lydia, convencer Joelmir a se desdobrar. O atrativo maior para o querido companheiro é a oportunidade diária que o programa lhe dá de expor, sem a camisa de força de alguns segundos, sua argumentação, sua opinião, com o atrativo dos debates e de opiniões muitas vezes divergentes.

Ludimar diz: Um dia, na sétima série, minha professora de português pediu que disséssemos uma frase que tivéssemos ouvido, que fosse curta, de grande impacto e sem verbo. Na hora me lembrei de uma frase que você disse que iria colocar na sua lápide: Enfim, na gaveta. Com essa frase você queria mostrar que durante sua carreira jornalística, nunca se calou diante da realidade dos fatos? A melhor frase ganharia dois pontos positivos e nem preciso dizer que ganhei esses pontos. Aprendo muito com você. Um abraço.
Ludimar, a história completa, mas resumida, é a seguinte. Falava eu das seduções que a carreira oferece. Das tentativas de aliciamento por parte de segmentos poderosos da política, e até de empresários. Admitia alguns engajamentos, que com o correr dos tempos (porque não só La dona é móbile, mas os políticos também) me trouxeram desconforto. Mas podia garantir que nunca fui movido por interesses materiais. E que podia assegurar já ter escolhido meu epitáfio: Aqui jaz Salomão Esper, finalmente na gaveta. Muito obrigado, por não tê-lo esquecido.

Luiz Carlos diz: Por obséquio, tenho uma dúvida que apesar de ser irrelevante para mim é interessante dirimi-la, pois sou muito saudosista e gostaria de esclarecer: Nos meus 10 ou 12 anos meu pai me levava vez ou outra assistir a Escolinha De Dona Olinda, com nosso saudoso Nho Totico e naquela época tinha um cidadão que fazia a locução comercial em pé com um microfone que se não me falha a memória era de pedestal. Parece-me ou tenho quase certeza de era o senhor. Estou certo ou muito me engano? Obrigado pela atenção.
Esse cidadão, então com 22 anos, não era outro senão eu, que já acompanhava pelo rádio de uma padaria de Santa Rita do Passa Quatro, ainda adolescente, a Escolinha de Dona Olinda, que o extraordinário educador, quase autodidata, vital Fernandes da Silva (Nhô Totico) fazia sozinho, criando as vozes da professora e dos seus alunos. Bem diferente das Escolinhas do Professor Raimundo, que se seguiram, em diferentes etapas do rádio e da televisão, com linguagem chula, alunos débeis mentais e alunas calipígeas.

Mauro Lima de Souza diz: Quem era o Professor Urano nos tempos da Radio América? Era você quem escrevia as previsões astrais? Abraços.
Mauro, trabalhei na Rádio América com o citado professor, que apresentava o programa O Que Diz a Sua Letra. Através das cartas, ele pretendia ser divinatório e profeta. Na minha opinião, um vigarista como tantos outros, que vendem bilhetes premiados até hoje. Sua fonte de renda eram as consultas particulares para quem desejasse ter uma resposta rápida sem a espera que o acúmulo de correspondência impunha. De vez em quando, a polícia encerrava a carreira de um desses espertalhões. Mas eles renasciam como tiririca em solo fértil.

Luiz diz: Salomão, bom dia. Há algo que você gostaria de mudar no Jornal Gente?
Luiz, às vezes sim, às vezes não. Quando eu saio, ao final do programa, desejando mudar alguma coisa, conjecturo se a falha não foi minha. Às vezes, um problema, um assunto, uma pauta, que para mim são irrelevantes, despertam a atenção e o interesse do ouvinte. Mudaria o Natal ou mudei eu?. Costumamos lembrar, eu e o José Paulo, uma história verdadeira da primeira fase da parceria com Joelmir Beting. Além da hora do café, que permanece até hoje, servíamos um bolo de fubá, já que o patrocínio era do Fubá Mimoso Santa Rosa. O comentário principal naquele dia era sobre o prá-álcool. Joelmir discorreu sabiamente, com argumentação sólida sobre o assunto, destinado a largas repercussões. Na hora do café com bolo, Joelmir, bem-humorado, disse que o bolo daquele dia tinha uma receita especial. Bolo de fubá com queijo derretido feito na chapa. Terminado o programa, os telefones não pararam de tocar, pedindo não a cópia do comentário sobre o prá-álcool, mas a receita do bolo de fubá do Joelmir, que nunca existiu.

Sandro Dias diz: Salomão, você ainda deseja fazer algo e há o que lamentar em sua carreira?
Sandro, sua pergunta tem uma dose acentuada de generosidade. O lamento é que a longa carreira parece ter sido tão rápida. Se me fosse pedido um bis, responderia que já estou caminhando, como escreveu o poeta Na extrema curva do caminho extremo. Muito obrigado.

Amigos, o rádio é mesmo surpreendente: enquanto a Bandeirantes fazia as chamadas do meu encontro com vocês, eu me perguntava quem vai querer saber da vida profissional do Salomão?. Vocês responderam que são capazes de se interessar pelo pró-álcool sem desprezar um delicioso e aromático bolo de fubá.

 

 

volta